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Adorable Mi

Motherhood, Recipes and Lifestyle

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04.10.19

Slow Living

 

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Como sabem andamos a tentar melhorar a nossa vida, e uma das coisas que começamos por fazer foi aderir ao movimento do Slow Living. Para quem não entende bem este conceito, deixem-me explicar. O movimento Slow Living não é apenas desacelerar, não é só um movimento de bem-estar e saúde, é mais que isso. É aprendermos a relacionar-mo-nos com as coisas, conviver com mais afecto e valorizar as relações das pessoas que são importantes para nós. Procura uma uma relação mais ecológica e harmoniosa do ser humano com a natureza.

It is a cultural revolution against the notion that faster is always better. The Slow philosophy is not about doing everything at a snail's pace. It's about seeking to do everything at the right speed. Savoring the hours and minutes rather than just counting them. Doing everything as well as possible, instead of as fast as possible. It’s about quality over quantity in everything from work to food to parenting.

 

É assim que Carl Honoré descreve este movimento, foi ele que explorou pela primeira vez como a filosofia "Slow" pode ser aplicada em todos os campos da atuação humana.

Alguns exemplos deste movimento são o Slow Food, Slow Living, Slow Fashion, Slow Coffee, Slow Cities, Slow Aging, Slow Parenting, Slow School, Slow Travel, Slow Books e Slow Money.

Entre outros que vão surgindo, mas que no fundo é o mesmo conceito, só que aplicado a cada situação.

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Alias este movimento, e aqui vem uma historia engraçada, surgiu em Itália, na década de 80, através de um protesto iniciado por Carlo Petrini contra a inauguração de um restaurante McDonald's na Piazza di Spagna, em Roma, este protesto criou o movimento Slow Food, em contraposição ao Fast Food.

O Slow Food luta pela valorização do acto de comer, pensando no alimento desde a sua produção, passando pelo respeito ao tempo da natureza, pela valorização dos produtores locais e da agricultura natural; pela refeição com tempo de desfrute e comensalidade, na companhia de pessoas significativas e com consciência no ato de se alimentar. Os valores do slow food – respeito ao tempo da natureza, valorização do local e do pequeno e valorização das relações – foram incorporados por outros setores da vida e da sociedade, que também perceberam o movimento que alguns estudiosos chamam de “aceleração social do tempo”.

Acho que foi das melhores mudanças que fizemos na nossa vida, continua acelerada, quem tem filhos vai entender, mas aprendemos a dar mais valor ao que fazemos, ao que comemos, e visto que tenho tentado ser mais conscienciosa, não me faria sentido não adoptar este movimento nas nossas vidas.

Outra coisa que também acabamos por adoptar cá por casa, eu e os meninos, foi o movimento Zero Plans Day, que vou explicar melhor noutro post.

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Assim deixo-vos 5 formas para desacelerar no nosso dia-a-dia.

     1.Cozinhar com tempo

Não podia deixar de ser a primeira forma, visto que foi onde teve a sua origem. Cozinhar com tempo exige outras coisas que não só o acto de cozinhar, exige que sejam planeadas as refeições, e com isso faz com que vamos ás compras de uma forma planeada e organizada, sem as correrias ao fim do dia, sem saber o que fazer para o jantar, e as longas filas dos supermercados porque mais pessoas tiveram a mesma ideia que nós de ir comprar algo para o jantar depois do trabalho. É aprender a apreciar a comida, e o próprio acto de cozinhar. Absorver os diferentes cheiros dos alimentos que usamos para cozinhar, é aproveitar um copo de vinho enquanto cozinhamos (vá não precisa de ser vinho, pode ser outra bebida qualquer). É termos tempo de explorar novas receitas, novos alimentos.

     2.Conviver

Hoje em dia já não sabemos conviver. Não sabemos estar no mesmo espaço que outras pessoas. Estamos sempre agarrados aos telemóveis, aos jogos, às redes sociais, que acabamos por nos esquecer do que é ser social. Do que é travar uma amizade. De conhecer aquela pessoa, saber os seus gosto, os seus medos, como correu o seu dia. Então temos de começar a ouvir, ouvir os outros, ouvir-nos a nós mesmos. Descobrirmos coisas novas, novas ideias e pensamentos, actividades e novos lugares para visitar.

     3. Fazer uma coisa de cada vez

Todos nós gostamos de ser multitasking, e a verdade é que dá muito jeito, quem já não pós a comida ao lume e foi passar a ferro. A verdade é que deixamos de aproveitar a acção que estamos a fazer, e maior parte das vezes, queremos fazer mais coisas do que realmente conseguimos. O ideal é fazer uma lista, de objectivos alcançáveis ao longo do dia, priorizando os mais importantes, para serem feitos primeiro, e deixando os menos importantes para o fim. Desta forma podemos ter a certeza de que fizemos tudo o que queríamos e que lhe demos atenção plena.

     4. Desligar

Desligar, não só das tecnologias, mas de tudo o que nos rodeia. Fazer uma pausa, e aprender a apreciar o que nos rodeia. Seja através de um livro, uma sesta, um passeio. Desde que nos foquemos a 100% nessa tarefa que decidimos fazer, sem interrupções, sem pressas.

     5. Aproveitar

Aproveitar a vida, tudo o que nos rodeia, cada momento. Aproveitar é o que faz com criemos experiências, aprendemos coisas. Aproveitar é o tópico principal de todo este movimento de desacelerar.

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Um dos lugares que mais gostei de estar para embrace this movement, foi no Cucumbi Hotel, todas as fotos que veem são deste lugar maravilhoso, que nos mostra como é maravilhoso desacelerar. Para conhecerem melhor este lugar visitem o site, ou o instagram dele, para se maravilharem com este lugar.

 

Mi

 

P.S. vejam como foi passar a ter uma vida mais conscienciosa e porque usamos fraldas reutilizáveis

 

 

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